Clínica Florence agora é Florence
Mudança reforça o posicionamento da instituição como o primeiro Hospital de Transição do Norte e Nordeste e traduz com mais precisão a complexidade da assistência oferecida.

A Clínica Florence agora é Florence. Mais do que uma atualização de marca, a mudança marca uma nova etapa na trajetória da instituição e reforça um posicionamento que sempre esteve presente em sua atuação, o de hospital especializado na continuidade do cuidado de pacientes com condições complexas.
Desde sua fundação, em 2017, a Florence se dedica à reabilitação intensiva e aos cuidados paliativos, atendendo pacientes que já superaram a fase aguda de uma doença ou internação hospitalar, mas que ainda necessitam de acompanhamento médico, monitoramento clínico e terapias de alta intensidade antes de retornar para casa.
A evolução da marca nasce da necessidade de comunicar, com mais clareza, a complexidade desse modelo assistencial. Ao longo dos anos, a instituição percebeu que o termo “clínica” já não representava plenamente sua estrutura, seu perfil assistencial e a complexidade dos casos que acompanha diariamente.
“Mais do que uma mudança de nome, essa evolução traduz com mais fidelidade quem somos: um hospital especializado na continuidade do cuidado. A Florence não está mudando o que faz. Estamos tornando mais claro o que somos. A marca evolui para refletir a maturidade da instituição e do modelo assistencial que ajudamos a consolidar no Brasil“, afirma Dr. João Gabriel Ramos, presidente da Florence.
O que é um Hospital de Transição?
Embora muitas pessoas associem a alta hospitalar ao fim do tratamento, para diversos pacientes ela representa apenas o início de uma nova etapa da recuperação.
Pacientes que passaram por internações prolongadas, especialmente em UTI, e situações como AVC, cirurgias de grande porte, traumas ou outras condições clínicas complexas costumam ainda precisar de acompanhamento médico e multiprofissional, monitoramento contínuo e reabilitação intensiva para recuperar funções comprometidas, ganhar autonomia e voltar para casa com mais segurança.
É nesse momento que atua o Hospital de Transição: um modelo assistencial que garante a continuidade do cuidado entre o hospital de alta complexidade e o retorno ao ambiente domiciliar.
Na Florence, esse cuidado é conduzido por uma equipe multiprofissional integrada, formada por médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos, psicólogos, nutricionistas, farmacêuticos, assistentes sociais e outros profissionais que trabalham de forma coordenada na construção de um plano terapêutico individualizado para cada paciente. A equipe Florence garante um cuidado contínuo e especializado, 24 horas por dia, sete dias por semana.
Como é a estrutura de um Hospital de Transição?

Para a condução adequada desse cuidado, é necessária também uma estrutura complexa de suporte. A Florence entrega essa estrutura, recebendo a maior parte de seus pacientes que se encontravam internados em unidades de terapia intensiva, atendendo pessoas com necessidade de ventilação mecânica prolongada, hemodiálise, curativos complexos, diversas formulações de antimicrobianos e nutrição artificial.
A Florence apresenta uma estrutura hospitalar, mas que se diferencia do hospital geral pelo modelo assistencial voltado ao paciente em um momento diferente da doença, por uma hotelaria acolhedora, que funciona como uma readaptação à vida fora do hospital, e por uma participação ativa do paciente e seus familiares, auxiliando na retomada da autonomia e qualidade de vida.
A estrutura física, os processos estabelecidos e resultados apresentados ao longo de mais de 9 anos reforçam o papel da Florence como uma ponte entre o hospital geral e o retorno ao lar.
Uma trajetória pioneira que agora ganha um novo nome
Inaugurada em Salvador, em 2017, a Florence foi o primeiro Hospital de Transição do Norte e Nordeste, tornando-se referência em um modelo assistencial que vem ganhando cada vez mais relevância no Brasil diante do envelhecimento da população e do aumento da sobrevida de pacientes com condições clínicas complexas.
Em 2021, a instituição expandiu sua atuação para Recife, ampliando o acesso à reabilitação intensiva e aos cuidados paliativos.
Ao longo dessa trajetória, a Florence também conquistou reconhecimentos importantes, como a acreditação internacional da Joint Commission International (JCI) na Unidade de Salvador, considerado como um dos principais selos de qualidade em saúde do mundo e um reforço do compromisso da instituição com a segurança do paciente e a excelência assistencial.
A Florence vem ainda ampliando seu leque de serviços, passando a atender pacientes também em caráter ambulatorial, para consultas médicas, de enfermagem ou reabilitação, e entregando programas de gerenciamento de cuidados. Essas estratégias adicionais ajudam a preencher lacunas na jornada de cuidado desse perfil de paciente de alto risco e complexidade.
É esse histórico de pioneirismo, crescimento e reconhecimento que agora se traduz em um nome mais simples e mais fiel ao que a Florence representa.
Uma mudança de nome que representa uma evolução
A transição para Florence marca uma evolução da identidade institucional, mas não altera a essência da organização.
Pacientes, familiares, médicos parceiros e operadoras de saúde continuarão encontrando a mesma instituição comprometida com a recuperação funcional, a segurança clínica e o cuidado centrado nas necessidades de cada pessoa.
A diferença é que, agora, a marca comunica com mais precisão aquilo que a Florence sempre foi: um hospital especializado em continuidade do cuidado, reabilitação intensiva e cuidados paliativos.
“Nossa missão permanece a mesma: oferecer o cuidado que o paciente ainda precisa antes de voltar para casa. Ao simplificarmos a marca para Florence, reforçamos nosso propósito e nossa posição como o primeiro Hospital de Transição do Norte e Nordeste”, conclui Dr. João Gabriel Ramos.
