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Hospital de Transição: referência em Cuidados Paliativos

Cuidados Paliativos
Pós UTI
Transição de Cuidados

Promover alívio dos sintomas, gerenciamento da dor, suporte emocional e espiritual são foco dessa unidade de saúde.

Os Hospitais de Transição oferecem abordagem interdisciplinar que visa melhorar a qualidade de vida dos pacientes que enfrentam doenças graves ou terminais.

Quando um paciente enfrenta uma condição de saúde grave ou terminal, a mudança entre os diferentes níveis de cuidado pode ser desafiadora para todos os envolvidos. E os Hospitais de Transição se apresentam como alternativa, oferecendo ambiente dedicado à estabilização e ao conforto ao paciente que necessita de Cuidados Paliativos.

O Hospital de Transição de Cuidados é uma unidade de saúde projetada para pacientes que não necessitam de cuidados hospitalares intensivos, mas que ainda precisam de atenção médica.

Esses locais oferecem uma série de benefícios, pois possuem abordagem interdisciplinar que visa melhorar a qualidade de vida dos pacientes que enfrentam doenças ameaçadora da continuidade de vida, assim como de suas famílias. Eles mantêm o foco no alívio dos sintomas, gerenciamento da dor, suporte emocional e espiritual.

As respectivas unidades de transição podem ser vistas como ponte entre os hospitais tradicionais, o cuidado domiciliar e até mesmo instituições de longa permanência. Isso porque os Hospitais de Transição são projetados para proporcionar um ambiente mais acolhedor e menos intensivo, onde os pacientes podem receber assistência contínua, enquanto se recuperam ou se adaptam a novas condições de saúde.

Os Hospitais de Transição costumam trazer uma abordagem centrada na pessoa, oferecendo suporte mais robusto a pacientes com doenças crônicas ou terminais. Essa integração é benéfica não só para a gestão eficaz dos sintomas, mas também para assegurar que as necessidades emocionais e espirituais dos pacientes sejam atendidas em um ambiente que promove a dignidade e o conforto.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) prevê que os Cuidados Paliativos devem ser prestados por serviços de saúde integrados e centrados na pessoa. Trata-se de uma assistência reconhecida no âmbito do direito humano à saúde. 

Um levantamento divulgado no site da OMS, em 2020, traz uma lista das patologias que podem exigir cuidados paliativos.  Doenças cardiovasculares e respiratórias crônicas, cancro, SIDA (síndrome de imunodeficiência adquirida), diabetes, esclerose múltipla, Parkinson, dentre outras doenças neurológicas podem incidir em cuidados paliativos.

Nos Hospitais de Transição, os Cuidados Paliativos garantem uma continuidade no tratamento que é essencial para pacientes com doenças graves ou em estágio terminal. A integração constante entre as equipes de saúde ajuda a evitar lacunas no cuidado, assegurando que os pacientes recebam um tratamento consistente e bem planejado.

A importância da Paliação nos cuidados de fim de vida

Inspirada no modelo Hospice, a Clínica Florence se propõe a levar mais vida aos dias dos pacientes em processo de finitude e seus familiares.

Os Cuidados Paliativos são de extrema importância para facilitar o enfrentamento de uma doença que ameaça a continuidade da vida. De acordo com Dr. João Gabriel Ramos (CRM-BA 20306), Diretor Médico da Clínica Florence, os Cuidados Paliativos “requerem identificação precoce, avaliação e tratamento da dor e de outros problemas e devem ser prestados em todos os estágios da doença”.

Uma das principais funções dos Cuidados Paliativos é o manejo de sintomas como dor, náusea, fadiga e dificuldade respiratória. Nos Hospitais de Transição, esses cuidados especializados podem ser ajustados e monitorados de perto, proporcionando alívio contínuo e ajustando rapidamente as intervenções conforme a necessidade.

Dentro de um Hospital de Transição, a equipe de Cuidados Paliativos pode trabalhar com pacientes e suas famílias para planejar o cuidado futuro, incluindo decisões sobre tratamentos médicos e preferências do paciente. Isto proporciona um senso de preparação para as próximas fases da doença.

Os pacientes e seus familiares costumam enfrentar desafios emocionais e psicológicos significativos durante períodos de transição entre os níveis de cuidado. O tratamento paliativo oferece suporte emocional e ajuda a lidar com ansiedade, depressão e outros problemas de saúde mental.

O trabalho realizado pelos profissionais que prestam assistência paliativa também inclui o aconselhamento ao luto. Fazer com que o paciente esteja confortável para expor suas preferências faz parte do trabalho realizado pelo Time.

“A equipe de Psicologia está sempre atenta para questões psíquicas, sociais, espirituais e físicas associadas ao adoecimento e processo de finitude. Por meio do suporte emocional, é possível lidar melhor com estresse, ansiedade, medo, tristeza e outros desafios advindos deste período. Sempre pensando de forma holística na promoção da qualidade de vida dos envolvidos no processo”, comentou Maria Andrade, psicóloga da Clínica Florence – Unidade Recife.

A abordagem integrada proporcionada pela paliação resulta em um cuidado mais humano, eficiente e centrado na pessoa, melhorando significativamente a experiência de quem enfrenta doenças graves ou em fase terminal.

Clínica Florence é pioneira na oferta de serviços de Cuidados Paliativos, nas regiões Norte e Nordeste. Inspirada no modelo Hospice, a instituição se propõe a levar mais vida aos dias dos pacientes em processo de finitude e seus familiares. Ela possui uma linha de cuidado específica para esse público e conta com instalações projetadas para promover o acolhimento de forma transversal, realizado por uma equipe multiprofissional.

Tags: Hospital de Transição, Cuidados Paliativos, Cuidados de Fim de Vida, Clínica de Transição, Transição de Cuidados